ENTENDA SEU PLANO
Coparticipação
sem complicação
Você paga a mensalidade. Ao usar alguns serviços, divide uma parte do custo com o plano.
EXEMPLO COM 30%
Custo para o plano: R$ 100
Sua parte: R$ 30
Parte do plano: R$ 70
Exemplo ilustrativo, antes de aplicar o limite.
Como a conta funciona?
O cálculo usa o custo para a operadora, que pode ser diferente do preço particular.
EXEMPLOS DE COPARTICIPAÇÃO TOTAL • 30%
Quando fica abaixo do limite
Custo para o plano
R$ 100
30% do custo
R$ 30
Limite por consulta
R$ 50
Você paga
R$ 30
Quando passa do limite
Custo para o plano
R$ 300
30% do custo
R$ 90
Limite por consulta
R$ 50
Você paga
R$ 50
O limite é o máximo por procedimento ou sessão. Ele não é, por si só, um limite mensal.
Total ou só para terapias?
Coparticipação total
Mais tipos de atendimento podem gerar cobrança, como consultas e exames.
30% nos exemplos desta página
Terapias e internações podem ter regras diferentes.
Somente para terapias
A cobrança fica restrita aos atendimentos previstos nesse grupo, como fisioterapia, psicoterapia, fonoaudiologia e nutrição.
Consultas médicas, exames e internações: sem coparticipação nesse modelo
Terapias: exemplo com 40%
Sessão de R$ 100 × 40% = R$ 40
Com limite de R$ 50, você paga R$ 40 por sessão. Quatro sessões = R$ 160.
Percentuais e limites para terapias dependem do contrato.
Internação: um valor fixo por evento
Nos planos com essa regra, a coparticipação é cobrada uma vez pela internação e vale por todo o período, independentemente da quantidade de dias.
EXEMPLO ILUSTRATIVO • R$ 300 POR INTERNAÇÃO
Internação de 2 dias
R$ 300
de coparticipação no total
Internação de 10 dias
R$ 300
de coparticipação no total
O valor continua R$ 300.
Exames, medicamentos e procedimentos cobertos e vinculados à mesma internação não geram coparticipações extras nesse modelo.
Esse valor é adicional à mensalidade. Outra internação pode gerar uma nova cobrança.
Exemplo de internação não psiquiátrica na rede credenciada. Serviços fora da cobertura podem gerar despesas. Internações psiquiátricas seguem regras próprias. Confira seu contrato.
E quando você pede reembolso?
Quando o contrato prevê esse desconto, a coparticipação sai do valor que o plano devolveria.
Você pagou a consulta particular
R$ 400
Reembolso previsto pelo plano
R$ 200
30% de R$ 200
R$ 60
Com limite de R$ 50, o desconto fica em
R$ 50
Você recebe
R$ 200 de reembolso − R$ 50 de coparticipação
R$ 150
Seu gasto final é R$ 250: R$ 200 que o reembolso não cobriu + R$ 50 de coparticipação.
A forma de cobrança depende do contrato.
Valores fictícios para explicar o cálculo. Percentuais, limites, isenções e reembolso dependem do contrato.
Dúvidas rápidas
Sim. A mensalidade mantém o plano ativo e é paga mesmo quando você não usa. A coparticipação é uma cobrança adicional pelos atendimentos previstos no contrato. Também podem aparecer cobranças de atendimentos de meses anteriores.
Você não paga a coparticipação na hora do atendimento na rede credenciada. Ela é cobrada nas faturas futuras do plano, junto com a mensalidade, depois que a operadora processa o atendimento. Por isso, o lançamento pode aparecer em um mês posterior ao uso.
No caso de reembolso, a coparticipação pode ser descontada do valor a receber, conforme o contrato e o exemplo explicado acima.
Acompanhe o demonstrativo da operadora e confira a data de cada utilização, o percentual e o limite aplicado.
Para comparar as modalidades, veja também quando a coparticipação pode fazer sentido e como funciona o reembolso no plano de saúde.
Quer entender a coparticipação do seu plano?
Eu ajudo você a comparar mensalidade, regras de uso e reembolso.
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